Terapeuta Ocupacional formada pela UFMG e referência nacional em seletividade alimentar.
Durante anos atendi crianças com transtorno alimentar no consultório. Orientava famílias, via algumas melhorarem, outras desistirem.
Até que em 2019, minha própria filha, Ceci, parou de comer. Feijão, 3 frutas, iogurte e só.
Eu, que passava o dia orientando mães, estava brigando na mesa com a Ceci todos os dias.
Foi aí que entendi: eu estava fazendo tudo errado. Eu dava orientações soltas — faltava um plano passo a passo que a família e a criança pudessem seguir.
Esse passo a passo se tornou a formação em seletividade alimentar mais completa do Brasil: o Pratinho Feliz PRO. Hoje, já são mais de 7.000 profissionais capacitados em todo o país.